Surdolimpíadas: fora do circuito olímpico, surdos disputam evento próprio

Cristiane de Oliveira – Repórter do Portal EBC

No dia 7 de setembro, o Rio de Janeiro recebe os Jogos Paralímpicos 2016 que reunirá 4.350 atletas com deficiência de 175 países na disputa por 528 medalhas de ouro. No meio da festa, uma categoria de atletas está de fora: os surdos. Eles vão esperar até 2017 para disputar os Jogos Mundiais, já que não participam das Paralimpíadas. Chamado de Surdolimpíadas (Deaflympics), o evento acontecerá de 18 de julho a 30 de julho de 2017, em Samsun, na Turquia.

A ausência dos atletas surdos se deve ao fato do Comitê Paralímpico seguir as diretrizes do IPC (International Paralympic Committee) para classificação de atletas. Na opinião do IPC, os surdoatletas não se enquadram na categoria paralímpica, uma vez que podem participar de disputas convencionais. Outra justificativa é a de que o Comitê Internacional de Desportos de Surdos (ICSD) não é filiado ao Comitê Olímpico Internacional (COI) ou ao IPC.

Quem quiser conferir ainda este ano os surdoatletas, entre os dias 19 a 24 de julho de 2016 será realizada uma Surdolimpíada nacional, em Blumenau (SC). “O evento contará com diversas modalidades esportivas e tem como objetivo selecionar os melhores surdoatletas para treinamentos e possível participação nos jogos Pan-Americanos e nas Surdolimpíadas de 2017”, conta Deborah Dias, vice-presidente da Confederação Brasileira de Desportos dos Surdos – CBDS.

Os surdos podem disputar com atletas ouvintes ou nas suas próprias competições. Este é o caso de Daniela Guidugli, surdoatleta do vôlei de praia e de quadra. Ela também joga em uma equipe de ouvintes e diz não sofrer discriminação, mas afirma que nada se compara a jogar com surdos: “O sentimento de equipe é mais forte e a comunicação mais fácil, eu espero sempre jogar com eles”, diz.

A esportista ganhou recentemente o prêmio de melhor atleta da Secretaria Municipal de Esportes e lazer da prefeitura de São José dos Pinhais (PR), na qual ela joga em uma equipe de ouvintes. Daniela não vai participar das Surdolimpiadas brasileiras deste ano, pois o calendário choca com uma competição mundial de vôlei de surdos. Confira a entrevista completa com a atleta no vídeo abaixo:

História

Organizada pelo Comitê Internacional de Desportos de Surdos – ICSD e com periodicidade de quatro anos, a Surdolimpíada surgiu na França com o nome de Jogos Internacionais Silenciosos em 1924. Desde 2000, adotou-se o nome Surdolimpíadas.

Ao todo, são disputadas 20 modalidades na competição. Além de provas que estão nos programas olímpico e paralímpico, também há esportes como caratê, wrestling (estilo de luta parecido com o a luta olímpica), boliche e a corrida de orientação (esporte em que o atleta precisa cumprir um percurso em uma área natural tendo apenas mapas e bússolas como referência), que não estão nas Olimpíadas ou Paralimpíadas.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) reconhece o ICSD desde 1955, como entidade máxima desportiva internacional para surdos. A nível internacional, o COI confirma que o ICSD detém um status independente por não fazer parte do Comitê Paralímpico Internacional (CPI). Esta independência foi aceita por todas as partes envolvidas (COI, CPI e ICSD), no início de 1996, tendo em conta a natureza específica da deficiência auditiva.

A primeira vez que o Brasil enviou representantes para a Surdolimpíada foi em 1993, em Sofia, na Bulgária. Na ocasião, dois nadadores disputaram 11 provas e chegaram perto do pódio, em quarto ligar. Desde então, a natação brasileira é a modalidade mais presente no evento, tendo ficado de fora apenas da edição de 2005, em Melbourne (Austrália).

A primeira medalha conquistada pelo país foi em 2009 nas Surdolimpíadas de Taipei, em Taiwan. Alexandre Soares Fernandes fez história ao conquistar a medalha de bronze no judô, categoria até 81 kg.

O nadador surdo Guilherme Maia

O nadador surdo Guilherme Maia conquistou 3 medalhas nos jogos de Sofia, na Bulgária, em 2013Imagem/Portal EBC

Na última competição em Sofia, na Bulgária, em 2013, houve a maior participação da Delegação Brasileira contando com 19 surdosatletas e oito dirigentes. Com o aumento da delegação, o país garantiu quatro medalhas: Três medalhas na natação com o atleta Guilherme Maia (uma prata e dois bronzes) e uma medalha de bronze no karatê com Heron Rodrigues.

Apesar de ser pouco conhecido no Brasil, o esporte para surdos está em ascensão. Em novembro do ano passado o país conquistou o vice-campeonato mundial de futsal feminino para surdos. Na ocasião, a brasileira Stefany Krebs foi premiada como a melhor atleta do mundial.

Os principais atletas em ascensão no esporte surdo brasileiro são: Guilherme Maia, na natação; Heron Rodrigues, no karatê; Alexandre Soares, no judô; Stefany Krebs, no futsal; Vanderléia Gonçalves, no futsal; Vaneza Wons, no futsal; Laelen Cássia Brizola, no futsal; Lucas Bonnalume, no voleibol; Guilherme Westerman, no voleibol; e Toríbio Malagodi, no voleibol.
Invisibilidade

Apesar dos avanços, a Confederação Brasileira de Desportos dos Surdos – CBDS ainda busca reconhecimento. Uma das reclamações da confederação é que os esportes surdos ficam fora da agenda de notícias, normalmente voltada só para as Olimpíadas e Paralimpíadas.

Segundo a vice-presidente da CBDS, Deborah Dias de Souza, seria positivo para os esportes surdos serem incluídos nas Paralimpíadas, desde que os surdoatletas participassem de competições próprias para eles. Seria uma forma de “pegar carona” no evento para conseguir maior visibilidade e apoio para esses atletas.

Judoca Heron Rodrigues da Silva

Judoca Heron Rodrigues da SilvaPortal EBC

Por não ser filiada aos comitês, a CBDS precisa arrecadar sozinha recursos para treinamento, preparação das equipes e participação nos eventos. A CBDS conta com o apoio do Ministério dos Esportes apenas para o projeto de vôlei, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, além do benefício do Bolsa Atleta para 17 atletas. Para financiar a participação no mundial de futsal dos surdos na Tailândia, as atletas organizaram uma “vaquinha” online.

O número de atletas brasileiros presentes nas Surdolimpíadas Internacionais no ano que vem depende do apoio do governo federal. Caso exista patrocínio, a estimativa é de que participem entre 100 a 150 surdoatletas. Entretanto, se não conseguirem o financiamento, participarão da competição 60 surdoatletas, que terão que arcar com os custos com recursos próprios.

A Confederação Brasileira de Desportos dos Surdos explica que os surdos que desejarem ser atletas devem procurar uma Associação de Surdos na sua cidade e tornarem-se sócios. A pessoa surda deve participar dos eventos nacionais por meio de seus clubes ou federações desportivas. Deverá participar dos treinamentos da Seleção Brasileira, representada pela CBDS. Após esse processo, a comissão técnica da seleção da modalidade escolhida convoca os melhores surdoatletas.

Para comprovar a surdez, o atleta deverá se submeter a uma audiometria que acuse uma perda de audição acima de 55dB nos dois ouvidos. Para participar nos eventos internacionais, há um formulário no padrão internacional, fornecido pelo ICSD. Uma vez aprovada, a pessoa será considerada surda e não será necessário repetir os exames de audiometria.

*colaborou Patrícia Serrão

Edição: Edgard Matsuki e Amanda Cieglinski*

Brasil investe em ‘elite paraolímpica’ para buscar feito histórico no Rio

Para atingir a meta de ficar entre os cinco melhores países do mundo nosJogos Paraolímpicos do Rio, em setembro –feito que vai exigir em torno de 30 medalhas de ouro–, uma estratégia de valorização e treinamento de um “time de elite” foi montada pelo comitê brasileiro.

Desde 2010, um grupo de 40 potenciais medalhistas é acompanhado e cercado de atenção que envolve deslocamento de suas cidades natais para grande centros, estafe de profissionais de ponta para aumento do rendimento e de resultados, acesso a patrocinadores e gratificações que podem atingir R$ 40 mil.

A maior parte da nata paraolímpica está nas modalidades que mais rendem premiações, o atletismo e a natação. Mas há também representantes em outros esportes como a canoagem, o futebol de 5 (jogado por cegos), a bocha e o vôlei sentado.

A melhor performance do Brasil até agora em Jogos Paraolímpicos foi em Londres-12, quando conquistou 21 ouros (além de quatro pratas e oito bronzes) e ficou em 7º no quadro de medalhas.

SANGUE

Atual campeã mundial no salto em distância para pessoas com deficiência visual, Silvania Costa de Oliveira, 28, é exemplo da estratégia adotada pelo CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro).

O talento dela foi descoberto em Três Lagoas (MS), onde participava de competições amadoras. Sua primeira prova, de 10 mil metros, foi feita sem guia e sem nenhum preparo técnico ou físico.

Ela correu em busca dos R$ 300 de premiação. “Tinha uma dívida que precisava ser paga ou minha filha iria ficar sem leite. Corri com toda a minha força. Em certo momento, senti muita dor na cabeça e gosto de sangue na boca. Nada importava. Ganhei.”

Trazida para São Paulo, onde teve acesso a um suporte profissional de ponta, Silvania começou a se destacar no cenário internacional. Ela diz que lida bem com a pressão para obter bons resultados e que está preparada para ganhar o ouro em casa.

“Hoje sou a melhor do mundo e tenho uma estrutura de grandes atletas. Tudo isso me traz muita segurança”, afirma.

LIVRO

Edilson Alves da Rocha, o Tubiba, diretor técnico do CPB, avalia que apenas com a sanção da Lei Agnelo Piva, em 2001, que garante investimentos permanentes no esporte, foi possível construir um planejamento financeiro capaz de viabilizar o traçado de metas e de resultados.

“Hoje, podemos traçar o caminho perfeito do atleta, com programas de treinos e de competições, até ele virar um campeão”, diz Tubiba.

Segundo o diretor, houve também “uma preocupação com as equipes técnicas, que foram trazidas das melhores universidades. Os profissionais foram se formando com um olhar atento às necessidades dos atletas com deficiência. Não só de treino, mas também de reabilitação.”

Outro exemplo do êxito do programa de elite do comitê é o corredor Yohansson do Nascimento Ferreira, 28, que ganhou um ouro e uma prata em Londres-2012 e é tido como favorito para dois pódios de primeiro lugar no Rio.

“Levo com muita naturalidade ser de uma elite paraolímpica e o fato de esperarem bons resultados de mim. Sei dos meus compromissos, mas ajo como se estivesse escrevendo um livro: faço um capítulo, viro a página e encontro uma página em branco. Só no final da obra vou saber dizer o que isso significou pra mim”, declara Nascimento.

O corredor nasceu com uma má-formação congênita nos braços. Saiu de Alagoas, em 2007, para se dedicar ao esporte, em São Paulo.

Para Clarisse Setyon, professora do MBA em negócios do esporte da ESPM, embora seja difícil prever se o modelo de manter uma “elite esportiva” terá vida longa, ele é “importante para aproveitar a janela de visibilidade dos atletas”, com a Paraolimpíada em casa.

“Esporte é movido a resultado, que gera visibilidade, que gera investimento, que traz bons resultados. Aliado a isso, o paradesporto precisa de ídolos, de heróis. Ter um time de elite ajuda nisso.”

Neste ciclo olímpico (desde 2012), o CPB investiu 400 milhões (R$ 100 milhões ao ano).

Fonte: Folha de SP

Barueri joga no São Paulo Open de Vôlei Sentado

Atletas baruerienses participarão, junto com mais nove equipes, da primeira etapa do torneio no interior do estado

A cidade de Suzano, na Grande São Paulo, será sede nos dias 2 e 3 de abril do São Paulo Open 2016 de Vôlei Sentado e o time do Instituto Barueri Paraolímpico (IBP) marcará presença entre as dez equipes que disputarão o torneio.

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Apontada como um das melhores do país na modalidade, a equipe de Barueri estreará jogando contra o sexteto do Paineiras “A” pela primeira etapa da competição, às 15 horas do dia 2/4, um sábado.

Já no domingo (3/4), será realizada a segunda etapa, também em Suzano, e os atletas de Barueri terão pela frente a equipe do Paineiras “B”, às 9 horas.

A equipe de vôlei sentado do IBP é única em toda região oeste de São Paulo e os atletas fazem parte do circuito de disputas da Primeira Divisão de São Paulo e do Campeonato Brasileiro.

A competição mais recente que o time disputou foi o Campeonato Brasileiro de 2015, em dezembro, também na cidade de Suzano. Barueri terminou na sexta colocação.

O Instituto Barueri Paraolímpico foi criado em 2008 com o objetivo de fomentar o esporte para a pessoa com deficiência física. Hoje, além do vôlei sentado, mantém equipes de natação, halterofilismo e bocha.

Fonte: Barueri na Rede

Uberlândia recebe mais de 500 atletas paralímpicos para etapa regional do Circuito Caixa Loterias

Atleta realiza arremesso de peso em Uberlândia
Começa na próxima sexta-feira, 29, em Uberlândia, Minas Gerais, o Circuito Caixa Loterias – etapa regional Centro-Leste. A competição terá provas de atletismo, natação e halterofilismo e, em três dias, vai envolver mais de 500 atletas das três modalidades. Dos participantes, 301 são do atletismo, 102 são nadadores e 119 são halterofilistas.

Esta será a última etapa regional de atletismo e natação do ano. Em Uberlândia serão definidos os representantes de Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal nas três fases nacionais, que serão disputadas no segundo semestre, em São Paulo. Para isso, os competidores precisam cumprir os índices estabelecidos pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que são baseados em rankings nacionais e internacionais das modalidades.

Já no halterofilismo, as disputas na cidade mineira têm caráter nacional e contarão com atletas de todas as regiões do país. As provas terão um sabor especial também por ser a última competição antes dos Jogos Parapan-Americanos de Toronto. A lista com os convocados para os Jogos só será divulgada no dia 1º de junho, mas é garantido que os representantes do Brasil na modalidade em Toronto estarão competindo em Uberlândia.

O coordenador da modalidade no CPB, Felipe Dias, assegura que os atletas não serão testados na etapa do Circuito, mas sim, observados pela comissão técnica. “Depois do Regional das Américas [no México, em abril], já definimos muita coisa. Agora esses atletas devem apenas manter o nível de competição deles”, resumiu.

O Circuito
O Circuito Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pela Caixa Loterias. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, natação e halterofilismo. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

O primeiro semestre de 2015 é reservado para as fases regionais. A primeira etapa foi a Norte/Nordeste, em Recife, no mês de março. A segunda (Rio/Sul) aconteceu em Curitiba, de 27 a 29 de março. A terceira (São Paulo), foi realizada na capital paulista nos dias 16 e 17 de maio. Esta é a última regional do ano e vai definir a lista de atletas habilitados a disputar as nacionais.

As fases nacionais começam no segundo semestre. Todas serão em São Paulo. A primeira será realizada de 3 a 5 de julho, a segunda, de 10 a 13 de setembro e, a terceira, de 5 a 8 de novembro.

Serviço
Circuito Caixa Loterias – etapa regional Centro-Leste
Cidade: Uberlândia (MG)
Data: 29 a 31 de maio
Locais de prova:
Atletismo e halterofilismo
SESI Vila Olímpica
Rua Nova Ponte, 500 – Jardim Dos Gravatás

Natação
Praia Clube
Praça Primo Crosara, 505, Copacabana

Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro
Em Brasília
Rafael Maranhão (rafael.maranhao@cpb.org.br / 61 3031 3016 / 61 8188 0683)
Nádia Medeiros (nadia.medeiros@cpb.org.br / 61 3031 3067 / 61 9266 2499)
Thiago Rizerio (thiago.rizerio@cpb.org.br / 61 3031 3035 / 61 9267 2935)
Rafael Moura (rafael.moura@cpb.org.br / 61 3031 3066 / 61 8161 9271)
No Rio
Diogo Mourão (diogo.mourao@mginpress.com.br / 21 98301 0149)
Em São Paulo
Ivo Felipe (ivo.felipe@cpb.org.br / 11 97641 9078

Via: CPB

IBP realiza festa em homenagem ao Dia das Mães

 

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Neste sábado (09), o Instituto Barueri Paraolímpico – IBP -  preparou uma festa especial para comemorar o Dia das Mães. O evento aconteceu nas dependências da área de lazer do Jd Líbano – Barueri, durante toda a tarde.

A partir das 14h, as mães que estavam presentes, tiveram um momento totalmente voltado para a beleza. Em parceria com o Instituto Embeleze, elas cuidaram dos cabelos com corte e escova. Depois foi servido um lanche caprichado com bolos, salgados e refrigerantes. Em seguida, começaram as apresentações do projeto musical da EMEF Bruno Tolaini, apresentação esportiva da equipe de bocha paralímpica do IBP e um ótimo bate papo com a nossa atleta da bocha, Elizabete, sobre como é ser uma “mãe cadeirante”. Para completar a tarde de atrações, foram sorteados diversos brindes pelo presidente e idealizador do projeto, o Prof. Carlinhos, que encerrou de forma emocionante esse dia festivo.

Conquistas da Bocha Paralímpica do IBP.

 

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Equipe IBP de Bocha em Quadra

Com participação na  2ª divisão do Campeonato Paulista de Bocha Paralímpica, a equipe do IBP, através do atleta Leandro Kdeira, conquistou o Segundo lugar em jogos realizado na cidade de Suzano. Além da medalha de prata, nosso atleta conquistou o direito de competir na série principal paulista no ano de 2016 e vaga para os Jogos Regionais da Região Sudeste 2015 na classe BC3.Tivemos também a estreia da atleta Elizabete em campeonatos na classe BC4, onde obteve bom desempenho pontuando em todos os jogos.

Recife abre o calendário 2015 do Circuito Caixa Loterias de Atletismo, Halterofilismo e Natação

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O estado com maior número de inscritos é Pernambuco, com 141 atletas, seguido por Ceará (80) e Rio Grande do Norte (71). Em comparação com 2014, houve um aumento de 122 competidores no cômputo geral. Dos 490 atletas que disputarão medalhas, 257 são do atletismo, 133 da natação e 100 do halterofilismo. A capital pernambucana não recebe uma etapa do Circuito Caixa Loterias há 10 anos, data que marcou o primeiro ano da competição.

O halterofilismo abrirá a disputa em Recife. Na sexta-feira, 27, os atletas começam a brigar por medalhas. Uma motivação a mais é o fato de a etapa Norte-Nordeste servir como seletiva para o Campeonato Regional das Américas, a ser realizado na Cidade do México, em abril. Esta competição, por sua vez, será qualificatória para os Jogos Parapan-Americanos de Toronto-2015, em agosto. Já as disputas de atletismo e natação começam no sábado, 28, e também serão no Centro Esportivo Santos Dumont.

O Circuito Brasil Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e é patrocinado pela Caixa Loterias. O objetivo do evento é desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

O primeiro semestre de 2015 será reservado para as fases regionais. Além da etapa Norte/Nordeste, a segunda etapa (Rio/Sul) está marcada para Curitiba, de 27 a 29 de março. A terceira (São Paulo), ocorre na capital paulista, de 15 a 17 de maio e a quarta e última regional (Centro/Leste) terá como sede Uberlândia, de 28 a 31 de maio.

As fases nacionais começam no segundo semestre. Todas serão em São Paulo. A primeira será realizada de 3 a 5 de julho, a segunda, de 10 a 13 de setembro e, a terceira, de 5 a 8 de novembro.

Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Rafael Maranhão
Ivo Felipe
Nádia Medeiros
Rafael Moura
Thiago Rizerio

Fonte: CPB

Equipe de Vôlei Sentado Conquista Bom Resultado para Barueri.

BRASILEIRO 2014

O time masculino de Vôlei Sentado do IBP em parceria com o GRB, conquistou a quarta colocação no XII Campeonato Brasileiro de Vôlei Sentado, competição disputada em Curitiba/PR.

Com este resultado a equipe barueriense mantem a posição conquistada no brasileiro anterior. O jogador Carlinhos se diz satisfeito com a atuação da equipe e que falta alguns detalhes para que a equipe possa conquistar um lugar no pódio. 

O campeonato teve como campeão a equipe da casa UNILEHU/PR, em segundo lugar a equipe do CPSP, e em terceiro o SESI/SP.

Barueri participa da Virada Inclusiva com 3 dias de atrações culturais e esportivas

Nos dias 3, 6 e 7 de dezembro, será realizada a Virada Inclusiva, com diversas atividades culturais, esportivas e de lazer em Barueri, reunindo pessoas com e sem deficiência.

Um evento realizado pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Barueri, em parceria com outras secretarias, universidades e entidades sociais do município, todos em prol da mesma causa – os direitos das pessoas com deficiência em busca da inclusão e cidadania.

A programação para os três dias de virada inclui exposições de arte em tela, apresentações musicais, culturais e artísticas, dança sênior, atividades paradesportivas como vôlei sentado, atividades esportivas, sarau em Libras e Hora do Conto. O evento em geral é destinado a toda a comunidade, com e sem deficiência.

Durante o evento, várias apresentações serão realizadas, inclusive com a participação do grupo Surdo Som, da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Barueri.

Na quarta, dia 3, na abertura do evento, acontece mais um passeio à praia, além de exposições e muita brincadeira. Já nos dias 6 e 7, um festival de natação, jogos, danças, músicas e histórias encherão o final de semana das pessoas com deficiência da cidade.

Confira toda a programação dos três dias:

Quarta-feira, 3 

“Virada da Onda” 

8h às 17h: Praia Acessível – Sesc Bertioga
8h às 18h: Exposição “Arte em Kiling”, na Plural Indústria Gráfica (de 3 a 7 de dezembro)
8h às 18h: Exposição “Construção Criativa da Virada”, na PUC Campus Barueri. (De 3 a 7 de dezembro)
9h30: Tempo de Brincar – Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Sábado, 6  

“Feira da Virada”

8h às 12h: Festival de Natação Adaptada – Fieb Alphaville
9h às 13h: Áudio Tour – Prédio da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência;
9h: Jogos Adaptados – pátio da SDPD
9h: Jogos de Mesa – pátio da SDPD
9h30: Vôlei Sentado – quadra da SDPD
9h30: Dança Sênior – pátio da SDPD
10h: Harmonia Orquestra infanto-juvenil, projeto especial “Luz na Escuridão” – pátio da SDPD
10h30: Coral Adeva – pátio da SDPD
11h: Sarau em Libras – auditório da SDPD

Domingo, 7 

“Virada no Parque”

9h: Equitação Adaptada – Parque Ecológico de Barueri
10h30: Volteio Terapêutico – Parque Ecológico de Barueri
14h: Contação de História – Parque Ecológico de Barueri

Fonte: http://www.barueri.sp.gov.br/?pg=informativoLista&ID=19259

CAMPEONATO BRASILEIRO DE VÔLEI SENTADO

Equipe segue para Curitiba para a disputa do Campeonato Brasileiro.

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A preparação da equipe de vôlei sentado do IBP/GRB segue firme para a disputa do Campeonato Brasileiro – série A – 2014. Após disputar a etapa final do Campeonato Paulista, o time de Barueri embarca para Curitiba na próxima semana, onde participará do Campeonato Brasileiro, de 03 a 07 de dezembro.

“Tenho visto uma grande evolução no nosso elenco e isso me faz cada vez mais acreditar que poderemos voltar para casa com bons resultados. Sabemos que, para isso, teremos que sempre trabalhar com seriedade e entrarmos em quadra com o pensamento de vitória”, comentou Carlinhos, atleta da equipe.